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Dito e feito. LJ aposentado, 'cabou de sofrimento pra achar layout, editar, trocar moods... *chuta o LJ* Muito obrigada por oferecer ajuda, Fran, mas eu prefiro mesmo ficar no blogger. Lá eu me entendendo xD Continuo com esse aqui pra comentar nos dos outros e etc, anyway :] - Tags:goodbye
- Mood:bored
 - Music:everything
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Desisto dessa porcaria. Vou voltar pro blogger que pelo menos eu entendo o painel e html.. u.u - Tags:¬¬
- Mood:apathetic

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E o que fazer quando o que você mais temia começa a acontecer? | |
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And the winner is... or are, whatever... | |
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Em pleno século XXI, após tantas descobertas científicas e avanços tecnológicos, a questão do aborto ainda encontra-se em discussão e não parece estar perto de ter um desfecho. Todos têm uma opinião, mas parece que não lembram de escutar a de quem realmente importa: será que não está na hora de deixarem as grávidas decidirem o que fazer com seu próprio corpo? A questão religiosa, que sustenta o principal argumento contra a legalização do aborto, admite que a vida começa no momento da concepção, quando o óvulo é fecundado pelo espermatozóide. Entretanto, não é possível especificar com exatidão este instante. De acordo com os cientistas, leva de 12 a 24 horas para o espermatozóide penetrar o óvulo. Mesmo com a fecundação completa, não se pode chamar este embrião de indivíduo, visto que ele ainda pode dividir-se e dar origem a dois ou mais embriões num período de 14 a 15 dias. Mas a vida não seria o contrário da morte? Sendo assim, não deveria se definir que a vida começa no instante que o feto adquire as primeiras ondas cerebrais, já que a constituição brasileira considera a morte como a ausência das mesmas? Então, pela constituição, dever-se-ia considerar que a vida começa na oitava semana de gravidez, quando o feto possui a base de um sistema nervoso. Logo, um aborto antes disso não seria considerado um homicídio, de acordo com as leis do Brasil. E permitir que tantas mulheres continuem a morrer por causa de abortos ilegais, é correto? Um dos principais argumentos a favor da legalização diz que o Ministério da Saúde gastaria menos com abortos do que gasta com tratamentos para mulheres que o fizeram ilegalmente. Ignorando a parte econômica, ter morte por abortos ilegais como um dos mais altos índices de mortes de mulheres e ainda assim não fazer nada é quase como ser cúmplice de um assassinato. Vê-se, sabe-se e não se faz nada. No mais, resta dizer que o Brasil é um país que tem o governo independente da religião. Dever-se-ia respeitar mais a opinião alheia, porque ninguém é obrigado a acreditar em nada - incluindo que um aborto com sete semanas de gravidez, quando o embrião sequer está vivo, é o mesmo que matar alguém.
------------- Odiei o nome com o qual mandei, então até eu pensar num, fica esse negócio aí. Tá, eu também não gostei da redação porque foi mega corrida, mas um dia que eu tiver paciência e tempo eu faço direito e mando pro Amir corrigir xD | |
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Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?". É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste. Paulo Mendes Campos - Tags:pressa
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Que jeitinho é esse? Encontrar filmes que contém como protagonistas as personagens que convencionalmente seriam as vilãs, atualmente, não é difícil. Existe uma grande variedade deles no mercado e a tendência é só crescer. Parece, em termo mais popular, que os heróis saíram de moda. Mas há quanto tempo eles deixaram de ser exemplo para o brasileiro, que traz esse jeitinho tão característico e que nos consegue inúmeros títulos no resto do mundo? A arte de driblar as leis com um molejo que chamamos de “jeitinho brasileiro” não é um conceito moderno ou mesmo nacional. Muitas obras literárias e filmes tanto brasileiros como estrangeiros trazem protagonistas, os ‘mocinhos’, como pessoas que conseguem o que querem, independentes das leis, através do carisma e do ‘jogo de cintura’; mesmo na vida real não é difícil encontrar personagens históricas que trazem esse jeitinho. A questão é: será que a glorificação para com estas pessoas não cega nossos valores morais? Será que a vontade de alcançar o sucesso não está ultrapassando a ética? Muitas vezes, quando postos na posição de beneficiados, não vemos como “dar um jeitinho” pode ser errado, afinal, não está atrapalhando ninguém. Qual é o problema de pedir praquela antiga colega arranjar um emprego para a filha, que está desempregada? O que tem demais em pedir com jeitinho para que o guarda libere a multa, pois eram tantos problemas na cabeça que o sinal passou despercebido? O problema, no entanto, está no outro lado, naquele que nós não vemos. E se mudássemos um pouco e trocássemos o ponto de vista? Agora, por exemplo, estamos no lugar da pessoa que perdeu o emprego por causa do favoritismo da colega, ou da que poderia ter sido atropelada por causa da falta de atenção. A simples troca de perceptiva pode fazer o que antes não tinha nenhum problema virar uma catástrofe. O jeitinho brasileiro, quando tido por uma maneira criativa de enfrentar uma situação ou por uma solidariedade prestada, não passa de uma cordialidade que não tem porque nos dar uma imagem negativa. O que resta é sabermos separar este jeitinho daquele que mais se assemelha a malandragem e banditismo. | |
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Agenda (quase) permanente.
Segunda-feira: 7:00 - Acordar, me trocar e tomar café-da-manhã. 7:30 - Sair de casa aproveitando a carona para a academia. 9:00 - Voltar da academia. 9:15 - Tomar banho, me trocar e etc. 9:45 - Começar a estudar. 11:45 - Me trocar para o colégio e descer pra almoçar. 12:25/12:30 - Correr para o ponto para pegar o ônibus. 13:20 - Aula. 18:40 - Sair da aula e comer alguma coisa na cantina. 19:00 - PP de história. 20:00 - PP de matemática. 21:15 - Voltar pra casa reclamando da demora do meu pai pra ir me buscar, porque todos vão embora e a Conselheiro fica quase deserta. 21:40 - Estudar. 22:40 - Expulsar quem estiver no computador e entrar. 23:40 - Domir.
Terça-feira: 7:00 - Acordar, me trocar e tomar café-da-manhã. 7:30 - Sair de casa aproveitando a carona para a academia. 9:00 - Voltar da academia. 9:15 - Tomar banho, me trocar e etc. 9:45 - Começar a estudar. 11:45 - Me trocar para o colégio e descer pra almoçar. 12:25/12:30 - Correr para o ponto para pegar o ônibus. 13:20 - Aula. 18:40 - Sair da aula e comer alguma coisa na cantina. 19:00 - PP de geografia. 20:00 - Laboratório de Redação. 21:15 - Voltar pra casa reclamando da demora do meu pai pra ir me buscar, porque todos vão embora e a Conselheiro fica quase deserta. 21:40 - Estudar. 22:40 - Expulsar quem estiver no computador e entrar. 23:40 - Domir.
Quarta-feira: 7:00 - Acordar, me trocar e tomar café-da-manhã. 7:30 - Sair de casa aproveitando a carona para a academia. 9:00 - Voltar da academia. 9:15 - Tomar banho, me trocar e etc. 9:45 - Começar a estudar. 11:45 - Me trocar para o colégio e descer pra almoçar. 12:25/12:30 - Correr para o ponto para pegar o ônibus. 13:20 - Aula. 18:40 - Sair da aula e pegar um ônibus pra casa. 19:30 - Comer alguma coisa na minha vó. 20:00 - Estudar. 22:00 - Expulsar quem estiver no computador e entrar. 23:00 - Dormir.
Quinta-feira: 7:00 - Acordar, me trocar e tomar café-da-manhã. 7:30 - Sair de casa aproveitando a carona para a academia. 9:00 - Voltar da academia. 9:15 - Tomar banho, me trocar e etc. 9:45 - Começar a estudar. 11:45 - Me trocar para o colégio e descer pra almoçar. 12:25/12:30 - Correr para o ponto para pegar o ônibus. 13:20 - Aula. 18:40 - Sair da aula e comer alguma coisa na cantina. 19:00 - Estudar na biblioteca. 20:00 - Aula de Filosofia. 21:15 - Voltar pra casa reclamando da demora do meu pai pra ir me buscar, porque todos vão embora e a Conselheiro fica quase deserta. 21:40 - Estudar. 22:40 - Expulsar quem estiver no computador e entrar. 23:40 - Domir.
Sexta-feira: 7:00 - Acordar, me trocar e tomar café-da-manhã. 7:30 - Sair de casa aproveitando a carona para a academia. 9:00 - Voltar da academia. 9:15 - Tomar banho, me trocar e etc. 9:45 - Começar a estudar. 11:45 - Me trocar para o colégio e descer pra almoçar. 12:25/12:30 - Correr para o ponto para pegar o ônibus. 13:20 - Aula. 18:40 - Sair da aula e pegar o ônibus pra ir pro inglês. 19:10 - Comer alguma coisa na cantina do inglês e estudar até começar a aula, às oito. 20:00 - Inglês. 22:00 - Esperar exaustivamente alguém ir me buscar. 22:15/22:30 - Expulsar quem estiver no computador e entrar. 23:30 - Domir.
Eu só queria dançar :~- Tags:agenda
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A correlação de carreira profissional e felicidade, por muitas vezes, é um assunto complicado. Muitos acreditam que “ser feliz” é encontrar algum emprego que dê dinheiro, independente de gostar ou não da profissão, sem ligar para seu contentamento ou para a falta dele durante as horas de trabalho. Para outros, o saldo bancário é o que menos importa: a satisfação de fazer o que lhes agrada é o que mais importa. Mas será que é necessário ser extremista para encontrar sua parcela de felicidade? É preciso ser oito ou oitenta para chegar no fim do dia com um sorriso satisfeito estampado na cara? O assalariado brasileiro trabalha uma média de oito horas por dia, sendo estes dias cinco a cada semana. Desprezando as vezes que se faz necessário prolongar o horário ou mesmo trazer alguma coisa para terminar em casa, totalizamos quarenta horas de trabalho semanais; ao fim do ano, este número alcança o seu total de 1920 horas anuais gastas com seu emprego. Isto, em percentual, equivale a 21% do seu ano. Se somarmos o tempo que se recomenda gastar com o sono, podemos dizer que praticamente 50% do seu tempo é gasto no trabalho e com as necessidades vitais. A questão é: você consegue ser feliz aproveitando apenas 50% da vida, levando em conta que seu trabalho não é satisfatório, e sim apenas uma fonte de renda? E você consegue ser plenamente feliz nestes 50% de tempo, mesmo estando insatisfeito com seu emprego, o que provavelmente acarretará em algum tempo perdido para reclamar do mesmo? Por outro lado, atirar-se de cabeça numa profissão com área escassa, só porque você gosta, pode ser perigoso. Num país como o Brasil, onde apenas cerca de 10% da população são os ditos privilegiados, não é exatamente prudente ir, por vontade própria, em direção a uma coisa que provavelmente não terá futuro. As faturas do cartão de crédito no fim do mês, as compras no supermercado, entre outros tantos gastos comuns, não serão pagas apenas com seu gosto por alguma coisa que, inevitavelmente, não lhe trará uma estabilidade finaceira. Inclusive, você pode acabar adquirindo desgosto pelo ofício, tamanha preocupação que ele lhe dará. E aqui voltamos a pergunta inicial: é necessário ser tão extremista? O ser humano é complexo o suficiente para ter diferentes gostos e habilidades mutáveis, flexíveis às necessidades. Com certeza há alguma uma carreira que lhe agrade e tenha uma área ampla para que você possa explorar, ficando por sua conta a parte de fazê-la render. Os fatores que levam ao sucesso são muitos, e alguns não são os mais justos, mas o que entre eles é decisivo é a sua força de vontade - vontade de crescer. Ter sucesso em sua área de trabalho é se destacar, e isto ninguém, além de você mesmo, pode fazer. Ser feliz pode não ser simples. Exige algum esforço para alcarçar o objetivo, o que será consideravelmente mais fácil se você estiver fazendo o que gosta. E, no fim, dependemos exatamente destes tempos sofridos e complicados para saber reconhecer os bons e alegres: a tal da felicidade. Prática de Redação 1 - Relação entre Carreira Profissional e Felicidade. "E pra você, o que é felicidade? Escolher uma carreira que traga reconhecimento? Encontrar o emprego ideal? Obter sucesso profissional? Status? Ter bom retorno financeiro? Escolher uma carreira que respeite sua vocação? Estudar matérias interessantes na faculdade? Gostar do trabalho que executa? Sentir-se realizado?" | |
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